Alguns fungos, tais como: Shiitake, Porto Bello, Champignon, shimeji, Maitake e Mexican Corn Smut, são utilizados como alimento; outros são extremamente venenosos.
Fungos venenosos
Dados de uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2004, mostram que 14 milhões de pessoas convivem com o pesadelo da fome no Brasil. Boa parte da comida que poderia alimentar toda essa gente, no entanto, vai das prateleiras dos supermercados direto para a lata de lixo da casa dos brasileiros.
É por isso que, para chamar a atenção da população para a questão do desperdício de alimentos – que inclui ainda o desperdício de embalagens, de água e energia utilizadas na produção dos alimentos e de CO2 emitido durante a fabricação e o transporte dos produtos –, o Instituto Akatu pelo Consumo Consciente lançou a campanha “1/3 de tudo o que você compra vai direto para o lixo”.
Através de peças publicitárias criadas pela agência Leo Burnett, que estão sendo veiculadas em diversas mídias – como TV, rádio, jornal e internet –, a ONG quer fazer o público refletir sobre o consumo consciente de alimentos e promover, assim, mudanças em suas compras diárias. Segundo a campanha, conferir a data de validade dos alimentos antes de comprá-los e preferir produtos de embalagem menor – que geram, portanto, menos lixo –, entre outras atitudes simples, já diminuem o desperdício de comida. E essa consciência ainda pode se refletir em almoços, lanches e jantares fora de casa.
Mas se os impactos negativos causados no meio ambiente e na própria sociedade não forem suficientes para mudar a forma de agir das pessoas, o Akatu chama a atenção dos consumidores para um assunto que interessa muito a eles: o próprio bolso! Com a chamada “Olha que loucura”, as peças publicitárias mostram imagens de alimentos estragados e o preço de cada um deles, traduzindo em cifras o quanto está sendo desperdiçado em comida.
Segundo uma pesquisa realizada pelo próprio Instituto Akatu, dessa maneira os consumidores se identificam mais com as cenas de desperdício, admitem que estão agindo errado e se sentem responsáveis pela solução do problema.
Cerca de uma tonelada de alimentos foram doados a quatro instituições assistenciais do Extremo Sul da Bahia. A doação é resultado da segunda etapa da Campanha Consumo Consciente, desenvolvido pela Veracel e as empresas parceiras Lemos Passos e GRSA, com a contribuição de todos os colaboradores que utilizam os refeitórios da Veracel.





Existe uma variada e rica fauna graças às especiais condições climáticas da Península Coreana, com mais de 210 famílias com 3.347 espécies.
A península está dividida em três regiões botânicas: a região norte caracterizada pela abundante flora alpina com abetos, pinhos, robles, hayas, cedros e abedules. Na região central abundam os pinhos e plantas de folhas caducas como hayas, robles e castanhos, fresnos, sauces, tilos, bananas e rododentros. Na região do sul existe uma variedade de camélias, azaléias e gincos. Também há abundância de brejos e plantas medicinais como o famoso ginseg.
A fauna do país está representada pelo urso preto, ratos campestres mandarines, pássaros carpinteiros, veados e uma grande variedade de faisões. Existem perto de 379 espécies de aves (das que 226 são migratórias), 130 de peixes, 14 de anfibios e 25 de répteis. O animal mais representativo é o tigre, apesar de já não existir na realidade, permanece em inumeráveis lendas e mitos. Outro animal importante é o cão de Chindo, original da ilha de Chindo, ao sudeste da Coréia.



A caça de elefantes e o comércio de suas presas, que se intensificou a partir do século XV, deu origem ao nome Costa do Marfim, país da África equatorial inserido na área de influência cultural francesa.
A República da Costa do Marfim - oficialmente Côte d'Ivoire - situa-se no oeste africano e ocupa uma superfície de 322.463km2. Limita-se ao sul com o oceano Atlântico, a oeste com a Libéria e a Guiné, ao norte com Mali e Burkina Faso e a leste com Gana.
O território da Costa do Marfim divide-se em três grandes zonas: a faixa litorânea, a zona das selvas e a savana. A região costeira, que é estreita e não ultrapassa os 64km de largura, apresenta-se escarpada na porção oeste e, na parte leste, forma longas praias e numerosas lagoas. A zona das selvas, situada sobre um grande planalto, sofreu intenso desmatamento para dar lugar a plantações de café e cacau. A savana, situada a norte e oeste, apresenta algumas cadeias montanhosas cujo ponto culminante é o monte Nimba (1.752m).
A norte e sul do paralelo 8 N, distinguem-se duas zonas climáticas principais. Em ambas a temperatura oscila entre os 26 e 28o C durante quase todo o ano, mas o grau de umidade é muito superior no sul.
A fauna e a flora são ricas e variadas. Os bosques equatoriais permitem uma intensa exploração da madeira. Entre as espécies animais características estão o antílope, o leão, o elefante e o peixe-boi.
A população se compõe de mais de sessenta grupos étnicos, entre os quais se destacam as tribos baule, bete, kru e mande. O idioma oficial é o francês, mas são faladas muitas línguas e dialetos locais.
Como quase todas as nações da região, a Costa do Marfim apresenta altas taxas de natalidade e mortalidade. A diferença a favor da primeira é notável, o que provoca um rápido crescimento da população, em parte amenizado pela emigração. Entre os estrangeiros predominam os franceses, mas há também libaneses e outros povos árabes. A distribuição demográfica é muito desigual, com a maior parte dos habitantes concentrada em Abidjan.



